Cursos de
Infraestrutura

Cursos de
Infraestrutura

Abertura e fechamento de valas

Carga de 08 horas

Destinado a equipes de campo

  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema.  
  • Aprofundar o conhecimento sobre as técnicas de rompimento e remoção do pavimento, rebaixamento de lençol freático, escavação, uso de retroescavadeira, escoramento, reaterro, fechamento e compactação da vala.  
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.  
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI. 
  • Serviços Preliminares: 
    • Ordem de Serviço o Conhecimento do Local.
    • Envolvimento com os Usuários Finais (Moradores e Transeuntes).
    • Comunicação ao Usuário Final o Preparo dos Equipamentos e Materiais a Utilizar.
    • Preparo dos Equipamentos de Segurança, Individual e Coletivo.
  • Sinalização do Local dos Serviços 
  • Marcação da Vala Aberta 
  • Rompimento do Pavimento: 
    • Pavimento Rígido 
    • Pavimento Semi-Rígido 
    • Pavimento Flexível 
  • Remoção do Pavimento o Asfalto e Concreto o Paralelepípedos e Blocos de Concreto 
  • Entulho ou Reaproveitamento do Pavimento Removido 
  • Rebaixamento do Lençol Freático 
    • Introdução 
    • Campos de Aplicação de Vários Métodos de Rebaixamento de Lençol Freático o Ponteiras Filtrantes 
    • Poços Profundos 
    • Poços Gravitacionais 
    • Processos a Vácuo 
    • Drenagem por Eletrosmose 
  • Abertura da Vala 
    • Escavação 
    • Classificação dos Solos 
    • Abertura Manual o Abertura Mecanizada 
  • Escoramento da Vala o Pontaletes 

o Contínuo o Descontínuo o Escoramento Metálico – Pontalete 

o Escoramento Metálico – Caixa 

o Escoramento Inflável 

  • Fechamento e Compactação da Vala 

O Com aproveitamento do Material Escavado 

O Com Fornecimento de Novo Material para Preenchimento 

  • Retirada do Material Excedente 
  • Limpeza da obra e Retirada da Sinalização Viária

CCO I - Controle do Sistema de Abastecimento de Água

Carga de 08 horas

Destinado a equipes de campo

  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema.  
  • Aprofundar o conhecimento sobre as técnicas de rompimento e remoção do pavimento, rebaixamento de lençol freático, escavação, uso de retroescavadeira, escoramento, reaterro, fechamento e compactação da vala.  
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.  
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI. 
  • Serviços Preliminares: 
    • Ordem de Serviço o Conhecimento do Local.
    • Envolvimento com os Usuários Finais (Moradores e Transeuntes).
    • Comunicação ao Usuário Final o Preparo dos Equipamentos e Materiais a Utilizar.
    • Preparo dos Equipamentos de Segurança, Individual e Coletivo.
  • Sinalização do Local dos Serviços 
  • Marcação da Vala Aberta 
  • Rompimento do Pavimento: 
    • Pavimento Rígido 
    • Pavimento Semi-Rígido 
    • Pavimento Flexível 
  • Remoção do Pavimento o Asfalto e Concreto o Paralelepípedos e Blocos de Concreto 
  • Entulho ou Reaproveitamento do Pavimento Removido 
  • Rebaixamento do Lençol Freático 
    • Introdução 
    • Campos de Aplicação de Vários Métodos de Rebaixamento de Lençol Freático o Ponteiras Filtrantes 
    • Poços Profundos 
    • Poços Gravitacionais 
    • Processos a Vácuo 
    • Drenagem por Eletrosmose 
  • Abertura da Vala 
    • Escavação 
    • Classificação dos Solos 
    • Abertura Manual o Abertura Mecanizada 
  • Escoramento da Vala o Pontaletes 

o Contínuo o Descontínuo o Escoramento Metálico – Pontalete 

o Escoramento Metálico – Caixa 

o Escoramento Inflável 

  • Fechamento e Compactação da Vala 

O Com aproveitamento do Material Escavado 

O Com Fornecimento de Novo Material para Preenchimento 

  • Retirada do Material Excedente 
  • Limpeza da obra e Retirada da Sinalização Viária

Ciclo Completo do Saneamento Básico

Carga de 08 horas

Destinado a equipes de campo

  • Conhecer o ambiente institucional da empresa e as modalidades de concessões de serviços de água e esgoto. 
  • Compreender a importância da qualidade da água e da destinação final adequada do esgoto. 
  • Desenvolver o conhecimento sobre o funcionamento de todo o sistema de saneamento básico, além de sua área específica de atuação, englobando o sistema de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, percorrendo o ciclo completo do saneamento. 
  • Saber responder as principais dúvidas do usuário final e promover o conhecimento sobre o saneamento.
  • Importância da Qualidade da Água e da Destinação Final Adequada do Esgoto 
  • Histórico 
  • Distribuição da Água no Planeta 
  • Ciclo da Água 
  • Esgoto Doméstico 
  • Manancial de Abastecimento Público 
  • Ciclo Completo do Saneamento – Conhecimentos Básicos 
  • Sistema de Abastecimento Púbico 
  • Captação 
  • Tipos e Característica
  • Tipos de Poços 
  • Elevatórias de Água Bruta 
  • Adutoras de Água Bruta 
  • Estação de Tratamento de Água 
  • Coagulação
  • Floculação 
  • Decantação 
  • Filtração 
  • Desinfecção 
  • Fluoretação 
  • Correção Final do PH 
  • Controle de Qualidade da Água 
  • Sistema de Distribuição da Água 
  • Elevatória de Água Tratada 
  • Adução de Água Tratada 
  • Reservação 
  • Rede de Distribuição 
  • Rede Primária 
  • Rede Secundária 
  • Peças Especiais: Registro de manobra, VRP, Booster, Ventosa, Macromedidor 
  • Conceitos Básicos: Vazão e Pressão 
  • Controle de Perdas: Perdas Reais e Perdas Aparentes 
  • Ligação Predial de Água 
  • Hidrômetros 
  • Sistema de Esgotamento Sanitário 
  • Esgoto Doméstico 
  • Ligação Predial de Esgoto 
  • Rede Coletora de Esgoto 
  • Ligação Domiciliar / Ramal Domiciliar 
  • Rede Secundária 
  • Coletor Tronco 
  • Órgãos Acessórios 
  • Estações Elevatórias de Esgotos 
  • Desobstrução de Redes de Esgotos 
  • Interceptor 
  • Estação de Tratamento de Esgoto 

o Tratamento Aeróbio e Anaeróbio 

o Principais Tipos de Tratamento de Esgoto 

o Tratamento Avançado 

o Padrões de lançamento de Esgoto

Combate a Perdas com Pesquisa de Vazamentos

Carga de 12 horas

Destinado a equipes de campo, instalação e manutenção

  • Compreender as técnicas e métodos de pesquisas de vazamentos. 
  • Apresentar a complementaridade das técnicas. Otimizar o uso de aparelhos de detecção visando realizar pesquisas mais precisas e mais seletivas. 
  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida. Problemática das perdas em redes de distribuição. 
  • Definição dos temas fundamentais: perdas, índice linear. Noções de diagnóstico de rede. 
  • Técnicas de detecção acústica de vazamentos. 
  • Aparelhos de detecção acústica. Localização de redes enterradas. 
  • Métodos e aparelhos de detecção de tubulações.
  •  
  • Introdução


  • Hidráulica Básica
  • Conceito de fluído
  • Unidades de grandezas hidráulicas
  • Estática dos fluídos
  • Conceito de vazão
  • Conceito de pressão
  • Estática dos fluídos
  • Hidrodinâmica
  • Equação da continuidade
  • Equação de energia
  • Perda de carga 


  • Sistema de Abastecimento de Água
    • Unidades do sistema de distribuição de água
  • Unidades de Captação.
  • Estações de tratamento de água
  • Estações elevatórias de água
  • Adutoras
  • Reservatórios de Distribuição
  • Setores de distribuição de água

 

  • Cadastro das Unidades do Sistema de Abastecimento


  • Conceito de Controle de Perdas
    • Perdas Reais 
  • Ocorrência
  • Classificação e duração dos vazamentos
  • Relação entre pressão e vazão dos vazamentos
  • Perdas Aparentes
  • Indicadores de Perdas


  • Gerenciamento de Perdas Reais
    • Esquema Geral de Perdas Reais
    • Áreas de Controle
      • Distritos de Macromedição e Controle
    • Parâmetros de Monitoramento de Perdas Reais


  • Diretrizes para Definição de Áreas de Pesquisa de Vazamentos
    • Condições básicas
    • Hierarquização das áreas de pesquisa


  • Princípios Físicos da Pesquisa Acústica
    • Produção do som do vazamento e suas características
    • Propagação do ruído no solo
    • Propagação do ruído nas tubulações
    • Detecção do ruído do vazamento


  • Equipamentos e Técnicas de Pesquisa de vazamentos
    • Equipamentos auxiliares
      • Locadores de massa e tubulação metálica
      • Medidores de vazão
      • Medidores de pressão
      • Data loggers

 

  • Equipamentos de detecção de vazamentos
  • Geofones
  • Loggers de Ruídos
  • Correlacionadores de Ruídos
  • Usos dos manuais de equipamentos


  • Procedimentos de Pesquisa: Locação de Vazamentos e interpretação
    • Pesquisa de campo preliminar com a utilização do cadastro
    • Pesquisa acústica de vazamentos com acesso
    • Pesquisa de vazamentos em redes e ramais   com Geofones
    • Pesquisas de vazamentos em redes e ramais com loggers de ruídos
    • Pesquisas de vazamentos em redes com a utilização de correlacionadores
    • Locação e confirmação dos pontos de vazamento
    • Registros dos vazamentos
    • Falsos ruídos de vazamentos


  • Acompanhamento do reparo dos vazamentos 


  • Cadastro e Indicadores de Eficiência da Pesquisa de Vazamentos
    • Impressos para cadastro dos vazamentos
    • Cadastramento dos vazamentos na base de dados
    • Indicadores de vazamentos confirmados


  • Técnicas Especiais de Detecção de Vazamentos


  • Segurança do Trabalho Aplicada a Pesquisa de Vazamentos
    • Segurança
    • Riscos na pesquisa de vazamentos
    • Sinalização
    • Relacionamento com a população

Desobstrução de Redes de Esgoto

Carga de 06 horas

Destinado a equipes de campo

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.  
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas.  
  • Aprofundar o conhecimento sobre os componentes de um sistema de esgotamento sanitário: redes, bombas, conexões, equipamentos, tubos e peças e o uso do material adequado.  
  • Principais tipos de obstrução e as técnicas de desobstrução de redes de esgoto.  
  • Conhecer os principais equipamentos de desobstrução de redes de esgotos  
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho.  
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI. 
  • Ciclo do Saneamento 
  • Sistema de esgotamento sanitário 
  • Ramal predial de esgoto 
  • Ligação domiciliar / ramal domiciliar 
  • Rede coletora 
  • Coletor tronco
  • Interceptor 
  • Emissário 
  • Órgãos acessórios 
  • Estação elevatória de esgoto 
  • Estação de tratamento de esgoto 
  • Inspeção de rede de esgoto 
  • Problemas na rede coletora de esgoto 
  • Causas de obstruções 
  • Serviços preliminares 

o Ordem de serviços

o Envolvimento com os usuários finais (moradores e transeuntes) 

o Equipamentos de segurança individuais 

o Equipamentos de segurança coletivo 

o Sinalização do local do serviço 

  • Ferramentas utilizadas pelo operador 

o Máquina Flexi Cleaner 

o Máquina de hidrojateamento 

o Máquina Sewer Rodder 

o Sewer Rodder acoplada com Mini Jet 

o Máquina High Velocity ou Sewer Jet 

o Vaccal 

o Power Bucket Machine

Empuxo Hidráulico e Bloco de Ancoragem: Conceito e Aplicação

Carga de 12 horas

Destinado a equipes de campo

  • Entender o conceito de empuxo e sua importância nos trabalhos de ancoragem de tubulações de água e conexões hidráulicas para manutenção de redes e adutoras.
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema. 
  • Aprofundar o conhecimento sobre componentes de um sistema de distribuição de água:  reservatórios, bombas, tubos, conexões, peças especiais (válvulas, ventosas, registros, booster, macromedidores) e as técnicas de implantação e manutenção de redes de água. 
  • Conhecer tubos, peças e conexões e o uso do material adequado. 
  • Entender a importância da comunicação com o cadastro técnico e comercial. Interpretação e preenchimento de croquis. 
  • Reforçar a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho. 
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.
  • Sistema de abastecimento de água 
  • Conceitos de hidráulica 

o Pressão 

o Vazão 

o Velocidade 

o Golpe de aríete

  • Empuxo: Conceito e identificação de posicionamento de ancoragem / escoramento. 
  • Serviços preliminares e finalizações 
  • Check list 
  • EPI / EPC 
  • Serviços preliminares 
  • Escoramento de vala / ancoragem de conexões hidráulicas / tipos de ancoragem / conexões flangeadas 
  • Limpeza da obra e retirada da sinalização viária
  • Cadastro técnico 
  • Adutoras de água bruta e tratada 

o Tipos de adutoras

o Dispositivos de proteção 

o Materiais utilizados e conexões 

  • Ferro fundido 
  • Aço 
  • Polietileno de alta densidade (PEAD) 

o Instalação e manutenção  

  • Limpeza de adutoras 
  • Redes de distribuição 
  • Configuração da rede de distribuição de água 
  • Tipos de redes de distribuição 
  • Componentes da rede e órgãos acessórios 
  • Materiais utilizados e conexões 
    • Ferro fundido 
    • PVC /DEFoFo 
    • Polietileno de alta densidade (PEAD) 
  • Instalação e manutenção

ETA I - Etapas do Processo de Tratamento de Água

Carga de 08 horas

Colaboradores da área de ETA

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida. 
  • Visão Geral do Sistema de Tratamento 
  • Aprofundar o conhecimento sobre Coagulação, floculação, decantação, filtração, cloração e fluoretação: Explicação dos fenômenos físicos e químicos. 
  • Principais produtos químicos utilizados. 
  • Compreender a importância da quantificação e aplicação de produtos químicos – Jartest. 
  • Análises básicas de laboratório. Importância dos parâmetros analisados 
  • Compreender as Causas dos principais problemas. Conceitos. Solução de Problemas. 
  • Desenvolver o conhecimento sobre o Controle de qualidade da água: Legislação da Água potável e de recursos hídricos 
  • Reconhecer a importância das normas de segurança e do uso de EPI e EPC.
  • Importância da qualidade da água e da destinação final adequada do esgoto 
  • Ciclo Completo do Saneamento 
  • Classificação dos Mananciais 
  • Por que precisamos tratar a água? 
  • Características da água: Parâmetros, importância, métodos de análise 
  • Captação de água bruta 
  • Poços: 

o Tipos 

o Proteção 

o Padrões de potabilidade 

  • A Estação de Tratamento de Água Convencional 
  • Estação de Tratamento de Água – atividades do operador 
  • Água bruta 
  • Controle operacional, parâmetro e tomada de decisão 
  • Padrões de potabilidade 
  • Pré correção do PH – controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 
  • Pré oxidação – Controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 
  • Carvão ativado – Controle operacional, parâmetros e tomada de decisão  
  • Coagulação: 

o Princípios 

  • Principais coagulantes utilizados 

o Ensaio de Coagulação, floculação e Sedimentação – Jar Test 

o Cálculos para dosagens de coagulantes 

o Controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 

  • Auxiliares de floculação – controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 
  • Floculação 

o Princípios 

o Controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 

  • Decantação 

o Princípios 

o Controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 

  • Flotação – controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 
  • Filtração 
  • Princípios 
  • Controle operacional – parâmetros e tomada de decisão 
  • Lavagem do leito filtrante 
  • Desinfecção 
  • Princípios 
  • Controle operacional – parâmetros e tomada de decisão 
  • Determinação do cloro 
  • Subprodutos da desinfecção padrão de potabilidade 
  • Fluoretação 

o Princípios 

o Controle operacional – parâmetros e tomada de decisão 

o Determinação do fluoreto 

o Padrão de potabilidade 

  • Correção final do PH, controle operacional, parâmetros e tomada de decisão 
  • Remoção de ferro manganês 
  • Limpeza das unidades da ETA 
  • ETA compacta 
  • Controle de qualidade da água – legislação 

o Monitoramento da água tratada 

o Monitoramento da rede de distribuição 

  • Normas de segurança e importância do uso de IPI 
  • Recebendo visitas 
  • Dúvidas mais comuns do usuário final relacionadas às ETAs.

ETE I - Etapas de Processo de Tratamento de Esgoto

Carga de 08 horas

Colaboradores da área de ETA

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida. 
  • Visão Geral do Sistema de Tratamento 
  • Aprofundar o conhecimento sobre as tecnologias de tratamento, eficiência e condicionantes operacionais 
  • Operação de estações de tratamento de esgotos 
  • Análises básicas de laboratório. Importância dos parâmetros analisados 
  • Compreender as causas dos principais problemas. Conceitos. Solução de Problemas. 
  • Desenvolver o conhecimento sobre o controle de qualidade do efluente final:  Legislação de lançamento e de corpos receptores 
  • Reconhecer a importância das normas de segurança e do uso de EPI e EPC
  • Importância da qualidade da água e da destinação final adequado do esgoto 
  • Ciclo do Saneamento 
  • Sistema de esgotamento sanitário 
  • Caracterização do esgoto doméstico 

o Características físicas, químicas e biológicas 

o Sólidos 

o Matéria orgânica carbonácea 

o Nutrientes 

o Organismos patogênicos e indicadores de contaminação fecal 

o Principais características quantitativas típicas dos esgotos domésticos 

o Contaminantes emergentes / fármacos 

  • Monitoramento das Estações de Tratamento de Esgoto 

o Principais parâmetros físicos dos esgotos domésticos 

o Principais parâmetros químicos dos esgotos domésticos 

o Principais parâmetros microbiológicos dos esgotos domésticos Tratamento Aeróbio e Tratamento Anaeróbio 

o Tratamento aeróbio 

o Tratamento anaeróbio 

  • Etapas do tratamento 

o Tratamento preliminar 

o Tratamento primário 

o Tratamento secundário 

o Tratamento terciário 

o Desinfecção 

o Tratamento de lodo 

  • Principais tipos de estações de tratamento de esgoto 
    • Sistemas de lagos 
      • Facultativas 
      • Anaeróbias 
      • Aeróbias 
      • Maturação ou polimento 
      • Sistema australiano 

o Lodos ativados 

  • Bateladas 
  • Biomedia – MBBR (Moving Bed Biofilm Reactors) 
  • Câmara anóxica com lodos ativados 
  • Lodos ativados com sistemas de membranas (MBR (Membrane Bio Reactor) 
  • Reatores UASB 
  • Biofiltro aerado submerso 
  • Controles operacionais 
  • Controle de qualidade do efluente final 
    • Padrões de qualidade 
    • Padrões de lançamento 
  • Normas de segurança e importância do EPI 
  • Dúvidas mais comuns dos usuários finais relacionados às ETEs.

Hidráulica Básica e Matemática Aplicada

Carga de 08 horas

Equipe Técnica

Oferecer uma abordagem sólida sobre os fundamentos teóricos e práticos da mecânica dos fluidos e da hidráulica geral, utilizando exemplos práticos e cálculos numéricos, além de ferramentas aplicáveis de forma imediata.

  • Conceitos
  • A importância da água
  • Adutoras
  • Reservação
  • Redes de distribuição
  • Equipamentos hidráulicos
  • Vazão
  • Unidades de medidas
  • Como aumentar a vazão em uma adutora
  • Velocidade
  • Pressão
  • Princípio dos vasos comunicantes
  • Perda de carga
  • Empuxos hidráulicos
  • Blocos de ancoragem
  • Linha Piezométrica
  • Hidráulica do controle de perdas e matemática aplicada ao negócio
  • Eficiência hidráulica e energética
  • Hidráulica do controle de perdas
  • Perdas Reais e Aparentes
  • Setorização
  • Matemática aplicada ao negócio

Hidrometria Básica

Carga de 08 horas

Equipes de campo, instalação e manutenção

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida. 
  • Compreender os conceitos básicos de pressão e vazão e sua aplicação na hidrometria. 
  • Aprofundar o conhecimento sobre hidrômetros, seus princípios de funcionamento, capacidades, classes metrológicas, vazões nominal, mínima, de transição e máxima, identificação, leitura e causas da submedição relacionadas a qualidade do trabalho realizado. 
  • Desenvolver os conceitos de controle de perdas, especialmente o de perda aparente que está relacionado diretamente a sua área de atuação. 
  • Entender a importância da realização dos serviços de instalação de hidrômetros com excelência. 
  • Saber responder as principais dúvidas sobre hidrometria do usuário final e promover o conhecimento sobre o saneamento básico.
  • Ciclo do saneamento 
  • Conceitos essenciais: vazão e pressão 
  • Hidrômetro 

O Definição o Evolução 

  • Tipos de hidrômetro – princípios funcionamento 

o Velocimétrico 

o Volumétrico 

o Ultrassônico 

o Grande capacidade 

  • Leitura e classes 

o Leitura do hidrômetro 

o Partes do hidrômetro 

o Identificação de hidrômetros 

o Capacidades 

o Classes metrológicas 

o Vazões: Início de funcionamento, nominal, mínima, transição e máxima 

  • Perda real 
  • Definição 
  • Causas 
  • Perda aparente 

o Definição 

o Submedição: Erros de registro dos hidrômetros 

  • Instalação incorreta 
  • Tempo de operação 
  • Qualidade e classe 
  • Dimensionamento incorreto 

o Falhas no cadastro comercial 

o Uso ilegal 

o Ligações clandestinas

  • Fraudes nos hidrômetros 
  • Cúpula furada 
  • Cúpula solta 

o Turbina serrada 

o Inversão do hidrômetro 

o Travado com arame 

o Desvio de ramal (By pass) 

o Imã acoplado 

  • Fraude do sargento: morsa 
  • Relojoaria trocada 
  • Lacres e dispositivos antifraude 
  • Instalação predial 
  • Ligação domiciliar 
  • Instalação de hidrômetros 

o Tipos de caixas de hidrômetros 

o EPI / EPC 

o Informações importantes para instalação 

o Montagem e substituição de cavalete / caixa 

o Instalação do lacre 

  • Dúvidas mais comuns do usuário final relacionadas ao hidrômetro 

o O ar faz o hidrômetro girar? 

o Por que a conta aumentou depois que o hidrômetro foi trocado? 

o Por que precisa trocar o hidrômetro depois de um certo tempo de uso?

Instalação e Manutenção de Redes de Água

Carga de 08 horas

Equipe de instalação e manutenção

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida. 
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema. 
  • Aprofundar o conhecimento sobre componentes de um sistema de distribuição de água:  reservatórios, bombas, tubos, conexões, peças especiais (válvulas, ventosas, registros, booster, macromedidores) e as técnicas de implantação e manutenção de redes de água. 
  • Conhecer tubos, peças e conexões e o uso do material adequado. 
  • Entender a importância da comunicação com o cadastro técnico e comercial. Interpretação e preenchimento de croquis. 
  • Reforçar a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho. 
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.
  • Ciclo do saneamento 
  • Sistema de abastecimento de água 
  • Conceitos de hidráulica 

o Pressão 

o Vazão 

o Velocidade 

o Golpe de aríete 

  • Serviços preliminares e finalizações 
  • Check list 
  • EPI / EPC 
  • Serviços preliminares 
  • Abertura da vala
  • Escavação 
  • Escoramento 
  • Compactação e Fechamento da Vala 
  • Limpeza da obra e retirada da sinalização viária 
  • Cadastro técnico 
  • Adutoras de água bruta e tratada 

o Tipos de adutoras

o Dispositivos de proteção 

o Materiais utilizados e conexões 

  • Ferro fundido 
  • Aço 
  • Polietileno de alta densidade (PEAD) 

o Instalação e manutenção  

  • Limpeza de adutoras 
  • Redes de distribuição 
  • Configuração da rede de distribuição de água 
  • Tipos de redes de distribuição 
  • Componentes da rede e órgãos acessórios 
  • Controle de perda 
  • Materiais utilizados e conexões 
    • Ferro fundido 
    • PVC /DEFoFo 
    • Polietileno de alta densidade (PEAD) 
  • Instalação e manutenção 

o Ligação predial de água 

o Ligação predial: ramal predial + cavalete / caixa de proteção 

o Materiais utilizados e conexões 

o Instalação e substituição da ligação predial 

o Instalação do hidrômetro 

o Instalação do lacre 

o MND – Método Não Destrutivo 

  • Dúvidas mais comuns do usuário final relacionadas às redes de água

Instalação e Manutenção de Redes de Esgoto

Carga de 08 horas

Equipes de campo, instalação e manutenção

  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida. 
  • Compreender a importância da programação prévia ao início das manutenções para otimizar os tempos de paradas e minimizar os impactos da paralização do sistema. 
  • Aprofundar o conhecimento sobre componentes de um sistema de esgotamento sanitário (redes, bombas, conexões, equipamentos) e as técnicas de implantação e manutenção de redes de esgoto. 
  • Conhecer tubos, peças e conexões e o uso do material adequado. 
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho. 
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.
  • Ciclo Completo do Saneamento 
  • Sistema de esgotamento sanitário o Tipos de sistemas 
    • Unitário 
    • Separador parcial 
    • Separador absoluto o Partes constituintes 
    • Ligação domiciliar 
    • Rede secundária 
    • Coletor tronco 
    • Interceptor 
    • Emissário 
    • Órgãos acessórios 
    • Estação elevatória de esgoto 
    • Estação de tratamento de esgoto 
  • Tipos de redes 
  • Serviços preliminares e finalizações 
  • Check-list 
  • EPI e EPC 
  • Serviços preliminares 
  • Abertura da vala 
  • Escavação 
  • Escoramento 
  • Compactação e fechamento da vala 
  • Limpeza da obra e retirada da sinalização viária 
  • Cadastro técnico 
  • Ramais de esgoto 
  • Materiais utilizados e conexões 
  • Ferramentas utilizadas 
  • Redes coletoras de esgoto 
  • Materiais utilizados e conexões 
  • Ferramentas utilizadas 
  • Instalação e manutenção 
  • Construção de PV´s e PI´s 
  • Estação elevatória de esgoto 
  • Inspeção de redes de esgoto 
  • Problemas encontrados na rede de esgoto 
  • Dúvidas mais comuns do usuário final relacionadas às redes de esgoto.

Instalações Hidráulicas - Conceitos

Carga de 12 horas

Equipe de instalação e manutenção

ÁGUA POTÁVEL:

  • Abastecimento Público de Água
  • Produção e Distribuição da Água ao Consumidor
  • Cavalete de Entrada e Medição de Consumo
  • Reservatórios
  • Modelos
  • Noções de Sistema de Recalque
  • Uso e funcionamento
  • Formas de Distribuição Interna de Água
  • Direta ou Indireta
  • Por gravidade ou pressurizada
  • Pressões Máximas e Mínimas para Distribuição Interna de Água Fria
  • Pressão Estática 
  • Pressão Dinâmica
  • Conceito de Perdas de Cargas
  • Distribuída e Localizada
  • Materiais Utilizados nas Distribuições Internas de Água Fria
  • Registros de Gaveta e de Pressão
  • Utilização e Funcionamento
  • Cuidados na Execução de Instalações Hidráulicas de Água Potável
  • Importância dos testes nas tubulações

ESGOTO SANITÁRIO

  • Componentes das Instalações de Esgoto Sanitário
  • Ralos,
  • Ramais
  • Coletores
  • Materiais Utilizados nas Instalações Internas de Esgoto Sanitário
  • Cuidados na Execução das tubulações de Esgoto Sanitário
  • Declividades mínimas
  • Conexões
  • Testes
  • Diferença entre Águas Cinzas e Águas Negras
  • Esgoto Gorduroso 
  • Cuidados na sua Captação e Encaminhamento 
  • Importância do Fecho Hídrico nas Instalações de Esgoto
  • Sifonagem
  • Sistema de Ventilação de Esgoto Sanitário 
  • Caixas de Inspeção
  • Importância e Cuidados na Instalação
  • Disposição Final dos Esgotos Sanitários 

ÁGUAS PLUVIAIS

  • Conceito
  • O que são águas pluviais
  • Formas de Captação
  • Calhas e Ralos
  • Materiais Utilizados nas Instalações Internas de Águas Pluviais
  • Cuidados na Execução das Tubulações de Águas Pluviais
  • Declividades Mínimas
  • Conexões
  • Testes
  • Aproveitamento de Águas Pluviais
  • Sistema Separador Absoluto
  • Esgoto Sanitário x Águas Pluviais

Licença Social

Carga de 04 horas

População atendida pela concessionária

  • O protagonismo da sociedade como fator de sucesso da operação.  
  • Estabelecer um procedimento que permita interação com a sociedade local; 
  • Transmitir a mensagem institucional, missão, visão e valores da concessionária à população; 
  • Difundir a importância da qualidade da água e da destinação final adequada do esgoto. 
  • Promover o conhecimento sobre os serviços de saneamento. 
  • Responder as principais dúvidas do usuário final.
  • Importância da Qualidade da Água e da Destinação Final Adequada do Esgoto 
  • Histórico 
  • Distribuição da Água no Planeta 
  • Ciclo da Água 
  • Esgoto Doméstico 
  • Manancial de Abastecimento Público
  • Ciclo Completo do Saneamento – Conhecimentos Básicos 
  • Sistema de Abastecimento Púbico 
  • Captação 

o Tipos e Característica 

o Tipos de Poços 

  • Estação de Tratamento de Água 
    • Coagulação 
    • Floculação 
    • Decantação 
    • Filtração 
    • Desinfecção 
    • Fluoretação 
    • Correção Final do PH 
  • Controle de Qualidade da Água 
  • Sistema de Distribuição da Água 
  • Elevatória de Água Tratada 
  • Adução de Água Tratada 
  • Reservação 
  • Rede de Distribuição 

O Rede Primária 

O Rede Secundária 

  • Conceitos Básicos: Vazão e Pressão 
  • Ligação Predial de Água 
  • Hidrômetros 
  • Sistema de Esgotamento Sanitário 
  • Esgoto Doméstico 
  • Ligação Predial de Esgoto 
  • Rede Coletora de Esgoto 

O Ligação Domiciliar / Ramal Domiciliar 

O Rede Secundária 

  • Coletor Tronco 
  • Órgãos Acessórios 
  • Estação de Tratamento de Esgoto 
    • Tratamento Aeróbio e Anaeróbio 
    • Principais Tipos de Tratamento de Esgoto 
    • Tratamento Avançado 
      • Padrões de lançamento de Esgoto 

Repavimentação

Carga de 06 horas

Equipes de campo de manutenção e recomposição asfáltica

  • Compreender a importância da programação prévia ao início das intervenções para otimizar os tempos de paradas. 
  • Aprofundar o conhecimento sobre as técnicas de reaterro, tipo de solo, preparação da vala e pavimentação asfáltica. 
  • Entender a importância da realização dos serviços com qualidade evitando retrabalho. 
  • Reconhecer a importância e cuidados na sinalização em vias públicas (EPC) e normas de segurança do uso de EPI.
  • Ciclo completo do saneamento 
  • Serviços preliminares 
  • Ordens de serviços 
  • Envolvimento com os usuários finais (moradores e transeuntes) 
  • Conhecimento do local 
  • Preparo dos equipamentos de segurança individual (EPI) e coletivo (EPC) 
  • Sinalização do local dos serviços 
  • Preparo dos equipamentos e materiais a utilizar 
  • Reaterro e preparação da vala 
  • Tipos de solos 
  • Compactação 
  • Pavimentação asfáltica 

o Asfalto a frio 

o Asfalto betuminoso a quente 

  • Acabamento final 
  • Resultados esperados

Combate ao Uso Não Autorizado de Água - "Caça-Fraude"

Carga de 16 horas

Fiscais, agentes de campo, leituristas e CCO

Divulgar as práticas para identificação de fraudes e irregularidades nas ligações ou rede de abastecimento de água, desenvolvendo os colaboradores envolvidos com a área de acordo com o padrão adotado pela concessão.

  • Conceito de Perdas Totais e eficiência comercial
  • Arrecadação
  • Tarifas
  • Comercial 
  • Tipos de ligações
  • Perdas aparentes e suas consequências
  • Balanço hídrico e indicadores de perdas
  • O que é fraude
  • O impacto das fraudes 
  • O que nos permite o regulamento e a legislação
  • Tipos de fraudes e como identificá-las
  • Violações no cavalete:
    • Instalação de “T” ou torneira antes do HD
    • Mudança na estrutura do equipamento
    • Retirada ou danos nos lacres ou cordoalha
    • Retirada de equipamentos de telemetria 
  • Violações no hidrômetro:
    • Inversão da posição
    • Inserção de objetos para trava da turbina
    • Danos à turbina 
    • Compressão da cúpula para trava da relojoaria
    • Perfuração da cúpula de acetato para trava ou dano à relojoaria e engrenagens
    • Retirada do HD
    • Rompimento do lacre do inmetro 
    • Instalação de Imã
    • Desacoplamento da relojoaria
    • Outros
  • Violações de suspensão;
  • By pass;
  • Ligação clandestina;
  • Outras irregularidades
  • HD inclinado
  • Bomba de Sucção
  • Fornecimento à terceiros
  • Fonte alternativa
  • Obstáculos para acesso ao HD;
  • Outros
  • Quais clientes devemos fiscalizar
  • Prioridades:
    • Denúncias
    • Alerta de telemetria
    • Ocorrência de leitura
  • Consumo zero
  • Baixo consumo
  • Churn – Ligações suspensas cavalete
  • Churn – Ligações suspensas Ramal
  • Churn – Ligações canceladas/suprimidas
  • Imóveis sem cadastro e com indícios de utilização
  • Dados obrigatórios para evidências 
  • Fotos da fraude (antes de mexer no local, durante e após) e da fachada do imóvel
  • Foto com jornal do dia para mostrar o dia da fiscalização
  • Preenchimento e entrega do auto de infração
  • Foto do auto de infração
  • Retirada e guarda de hidrômetros
  • Conduta profissional 
  • Identificação
  • Comportamento
  • Segurança
  • Abordagens diferenciadas
  • Pequeno consumidor
  • Grande consumidor

PRÁTICA (Em ambiente controlado)

  • Compreender as técnicas e métodos de pesquisas de vazamentos. 
  • Localização de redes enterradas. 
  • Técnicas de detecção acústica de vazamentos. 
  • Aparelhos de detecção acústica. 
  • Métodos e aparelhos de detecção de tubulações e fraudes. 
  • Técnica de utilização de válvulas pulsadoras, associada à pesquisa acústica de vazamento:
  • Localização de ligações irregulares e by-pass
  • Equipamentos:
  • Geofone
  • Válvula pulsadora
  • Câmera de inspeção de tubulação
  • Manômetro
  • Teste com reagente ao cloro.

Estações Elevatórias para Sistema de Abastecimento de Água

Carga de 06 horas

Colaboradores nas áreas de ETA

  • Conhecer a tecnologia dos componentes civis e eletromecânicos das estações elevatórias. 
  • Conhecer o Ciclo Completo do Saneamento e onde sua área de atuação está inserida.  
  • Classificação e tecnologia de bombas centrífugas (Poços profundos, elevatórias, booster). 
  • Noções de dimensionamento. Problemas hidráulicos e mecânicos recorrentes em bombas e metodologia do diagnóstico. 
  • Manutenção e conservação de bombas: troca de rolamentos, lubrificação, acoplamento de motores e rotores. 
  • Manutenção de válvulas de controle de fluxo, incluindo as de contragolpe de aríete. 
  • Manutenção corretiva e preventiva de componentes elétricos. 
  • Normas de segurança e Importância do uso de EPI.
  • Sistema de abastecimento de água 
  • Captação e adução 
  • Tratamento da água  
  • Reservação 
  • Distribuição 
  • Sistema de esgotamento sanitário 
    • Coleta e transporte 
    • Tratamento de esgoto 
    • Lançamento do efluente 
  • Elementos do balanço de água 
  • Dimensionamento do sistema de produção e abastecimento de água 
  • Classificação e tecnologia de bombas centrífugas (Poços profundos, elevatórias, booster). 
  • Estações elevatórias de água bruta 
  • Estações elevatórias de água tratada e booster 
  • Componentes da estação elevatória de água 

o Equipamentos Eletro-mecânicos 

  • Bomba 
  • Motor 
  • Tubulações e Acessórios 
  • Sucção  
  • Recalque 
  • Barrilete 
  • Construção Civil 
  • Poço de sucção  
  • Casa de bomba 
  • Conhecer a tecnologia dos componentes civis e eletromecânicos das estações elevatórias. 
  • Tubulações e órgãos acessórios 
  • Problemas hidráulicos e mecânicos recorrentes em bombas e metodologia do diagnóstico. 
  • Normas de segurança e Importância do uso de EPI.

Gestão de Perda em Sistema de Abastecimento de Água

Carga de 08 horas

Engenheiros, projetistas e técnicos

I – Introdução aos conceitos gerais: 

  • Marco Regulatório do Saneamento 
  • Indicadores de Perdas 
  • SNIS – Sistema Nacional de Informação de Saneamento 
  • Atlas ANA 2021 
  • Perdas no Mundo 
  • Ciclo Hidrológico da Água 

II – Abastecimento de Água

  • Principais componentes do Sistema de Abastecimento de Água 
  • Perdas no Sistema de Abastecimento
  • Balanço Hídrico 

 

III – Introdução aos conceitos de Gestão de Perdas 

  • Detalhando o Balanço Hídrico
  • Medição – Macromedição
  • Medição – Micromedição
  • Hidrometria
  • Cruz de Lambert – Perdas Físicas ou Reais
  • Cruz de Lambert – Perdas Comercial ou Aparentes

 

IV – Controle e Gestão de Perdas Aplicada

  • Gestão de Perdas Físicas – Controle de Pressão
  • Gestão de Perdas Físicas – Rapidez e Qualidade dos Reparos
  • Gestão de Perdas Físicas – Controle Ativo de Vazamentos
  • Gestão de Perdas Físicas – Gerenciamento da infraestrutura
  • Gestão de Perdas aparentes – Fraudes e Submedição 
  • Classificação dos vazamentos
  • Cadastro Técnico – SIG
  • Modelo Hidráulico

 

V – Planejamento e Diretrizes

  • Projeções e Planos de Saneamento 
  • Plano de Ação ciclo virtuoso vs vicioso
  • Diretrizes e Procedimentos
  • Projetos, Obras e Materiais
  • Nível Econômico de Perdas – NEP
  • Viabilidade Econômica de Projetos

Laboratório de Controle de Qualidade de Água e do Efluente Final

Carga de 16 horas

Controle de qualidade

  • Conhecer as técnicas de coleta de amostras de água e efluentes.  
  • Conhecer as normas NBR ISO/IEC 17025, Portaria 888 MS 04/05/21 
  • Conhecer as unidades que formam o Sistema de Tratamento de Água. 
  • Conhecer os parâmetros a serem analisados para o controle operacional em uma ETA e controle de qualidade.
  •  
  • Nações de interpretação dos laudos de análises. 
  • Água e meio ambiente 
  • Laboratório químico 

o Segurança de laboratório 

o Equipamentos e Vidrarias 

o Legislação 

 

  • Características da água 

o Físicas 

o Químicas 

o Biológicas 

 

  • Noções de: 
  • Coagulação 
  • Floculação
  • Decantação 
  • Filtração 
  • Desinfecção 
  • Fluoretação 
  • Coleta e preservação de amostras de água 
  • Interpretação de laudos de análises de água 

Aula prática: 

  • Visita ao laboratório 
  • Análises de controle 
  • pH 
  • Cor 
  • Turbidez 
  • Alcalinidade 
  • Ensaio de floculação

Macromedição

Carga de 08 horas

Supervisores e Coordenadores de Operação

  • Introdução e Objetivos da Macromedição: A disponibilidade da água no planeta e a importância da macromedição; 
  • Diretrizes e Localização da Macromedição em SAA; 
  • Fundamentos de Hidráulica em SAA; 
  • Macromedidores para SAA; 
  • Macromedidores para SES; 
  • Instrumentação, automação e energia; 
  • Metrologia legal de sistemas de medição.
  • Informações Gerais   
  • Importância da qualidade da água e da destinação final adequado do esgoto 
  • Sistema de Abastecimento de Água   
  • Conceitos Básicos de Hidráulica  

o Pressão 

o Vazão   

o Velocidade  

o Golpe de Aríete  

  • Adutoras  
  • Reservatórios  
  • Rede de Distribuição de Água  
  • Configuração da Rede de Distribuição  

o Tipos de Redes de Distribuição   

o Órgão Acessórios   

o Controle de Perdas  

o Ligação Predial de Água  

  • Execução dos Serviços  
  • Serviços Preliminares  
  • Rompimento de Pavimentação  
  • Escavação  
  • Abertura da Vala  
  • Escoramento
  • Esgotamento  
  • Preparação do Fundo da Vala  
  • Cuidados  
  • Assentamentos  
  • Adutoras e Redes de Distribuição   

o Ferro Fundido     

  • PVC DEFoFo/PVC PBA   
  • PEAD  
  • Ligações Prediais/Ramais Prediais  
  • Instalação do Hidrômetro        
  • Método Não Destrutivo – MND       

Finalizações  

Bombas Hidráulicas

Carga de 08 horas

Técnicos, Supervisores e equipes de campo

  • Aprofundar o conhecimento técnico sobre os tipos de bombas e seus componentes; 
  • Identificar as anormalidades operacionais que podem surgir nas bombas e suas prováveis causas; 
  • Capacitação para execução de manutenção corretiva básica e execução da manutenção preventiva; 

Definir critérios básicos de armazenagem, instalação, operação e manutenção das bombas.

  • Introdução; 
  • Classificação e tipos de bombas; 
  • Funcionamento de bombas; 
  • Componentes de bombas centrífugas (Corpo, rotor, anel de desgaste, luva protetora, gaxeta/prende gaxeta, anel cadeado, selos mecânicos, anel centrifugador, eixo, mancais, rolamentos, lubrificantes); 
  • Manutenção preditiva e corretiva básica nos itens dos componentes de bombas; 
  • Principais problemas identificados nos modelos de bombas; 
  • Recomendações de operação, lubrificação, instalação, fixação e alinhamento; 
  • Verificação de catálogos técnicos dos fabricantes existentes, assim como recomendações técnicas; 

Recomendações de ferramentas necessárias para uma correta avaliação e manutenção.

Motores Elétricos

Carga de 08 horas

Técnicos, Supervisores e equipes de campo

Compreender a importância dos motores elétricos dentro de unidades operacionais presentes nos sistemas de saneamento 

Aprofundar o conhecimento técnico sobre os tipos de motores e seus componentes 

Identificar as anormalidades operacionais que podem surgir nos motores e suas prováveis causas 

Conhecer critérios básicos de armazenagem, instalação, operação e manutenção de motores Conteúdo Programático: 

Noções de eletromagnetismo e motores elétricos 

Forma construtiva, classificação e tipos de motores 

Motores: noções gerais de funcionamento, componentes e suas funções 

Tipos de partidas e acionamentos 

Conceitos de manutenção e proteções, e boas práticas nos motores 

Transporte e armazenagem 

Instalação (fixação na base, alinhamento), operação e manutenção (lubrificação, teste e inspeção) 

Anomalias de funcionamento (defeitos de funcionamento) e eventuais causas

Compressores Tipo Pistão

Carga de 08 horas

Técnicos, Supervisores e equipes de mecânicos

Compreender a importância dos tipos de manutenção; 

  • Elaborar plano de manutenção a partir do manual do equipamento; 
  • Executar a manutenção preventiva e corretiva básica; 

Identificar falhas, suas possíveis causas e as ações a serem tomadas;

  • Desenvolver boas práticas de manutenção e operação. Conteúdo Programático: 

Introdução sobre os tipos de manutenção: corretiva, preventiva e preditiva; 

Introdução sobre compressores; 

Tipos de compressores; 

Funcionamento de compressores tipo pistão; 

Lay-out recomendado para instalação de compressores tipo pistão; 

Componentes dos compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva diária de compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva semanal de compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva mensal de compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva bimestral de compressores tipo pistão; 

  • Manutenção preventiva trimestral de compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva semestral de compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva a cada 9 meses ou 1000 horas de funcionamento de compressores tipo pistão; 

Manutenção preventiva anualmente de compressores tipo pistão; 

Inspeções do reservatório de ar (vaso de pressão); 

Possíveis falhas em compressores tipo pistão: falha, causa provável e soluções 

Prática em campo.

Grupo de Geradores

Carga de 08 horas

Técnicos, Supervisores e mecânicos de manutenção

Compreender a importância dos tipos de manutenção; 

Elaborar plano de manutenção a partir do manual do equipamento;

  Executar a manutenção preventiva e corretiva básica; 

Identificar falhas, suas possíveis causas e as ações a serem tomadas; 

Desenvolver boas práticas de manutenção e operação. Conteúdo Programático: 

Introdução sobre os tipos de manutenção: corretiva, preventiva e preditiva; 

Introdução sobre geradores; 

Componentes gerais de grupo geradores; 

Lay-out recomendado para instalação de grupo gerador; 

Procedimentos de segurança;

Partida e desligamento do gerador; 

Manutenção preventiva diária de grupo geradores; 

Manutenção preventiva semanal de grupo geradores; 

Manutenção preventiva mensal de grupo geradores; 

Manutenção preventiva a cada 500 horas ou anual de grupo geradores; 

Manutenção preventiva da bateria; 

Manutenção preventiva do alternador; 

Manutenção preventiva do motor; 

Possíveis falhas em geradores: falha, causa provável e soluções; 

Prática em campo.

Segurança Elétrica Comandos e Acionamentos Elétricas e Grupo gerador

Carga de 16 horas

Técnicos e equipes de campo

  • Conscientizar sobre aspectos de segurança do trabalho com eletricidade;
  • Aprofundar o conhecimento técnico sobre os tipos de comandos elétricos e dispositivos de acionamentos;
  • Compreender a importância dos motores elétricos e geradores elétricos dentro de unidades operacionais presentes nos sistemas de saneamento;
  • Aprofundar o conhecimento técnico sobre os tipos de motores e geradores elétricos seus componentes;
  • Identificar as anormalidades operacionais que podem surgir nos motores e geradores elétricos suas prováveis causas;
  • Conhecer critérios básicos de armazenagem, instalação, operação e manutenção de motores e geradores elétricos, conforme normas de referência.
  • Identificar as anormalidades operacionais que podem surgir e suas prováveis causas;
  • Capacitação para execução de manutenção corretiva básica e execução da manutenção preventiva;
  • Definir critérios básicos de armazenagem, instalação, operação e manutenção dos sistemas elétricos e geradores elétricos.
  • Introdução aos conceitos de eletricidade;
  • Segurança em eletricidade com aspectos da NR10;
  • Capacitação quanto ao ensaio e verificação elétrica conforme NBR 17094:2016;
  • Identificação dos padrões de isolação em ferramentas e instrumentos de medição CAT I, CAT II, CATIII e CATIV;
  • Dispositivos de proteção (Disjuntores, Fusíveis e Reles de Sobrecarga);
  • Dispositivos de comandos elétricos;
  • Conceitos de motores elétricos e partida de motores elétricos;
  • Conceitos de manutenção de motores elétricos;
  • Recomendações de operação, lubrificação, instalação, fixação e alinhamento de motor elétrico;
  • Recomendações de ferramentas necessárias para uma correta avaliação e manutenção;
  • Manutenção Preventiva de Grupo Gerador;
  • Projeto de um sistema de comando elétrico;
  • Formulário de sugestão para avaliação de manutenção.

Metodologia de Enfrentamento Às Perdas Orientada a Resultados

Carga de 16 horas

Engenheiros, consultores e projetistas

O tema de perdas nos sistemas de abastecimento de água precisa de uma nova abordagem. Não dá mais para mantermos os níveis de perda de água que temos no setor do saneamento. A nova abordagem deve considerar aspectos desde o assentamento correto de uma tubulação, até o monitoramento das informações on-line, por um CCO.

Primeiro Dia: 

  • Apresentação 

o Conceitos Globais de Perdas Totais de Água (25% da dedicação/esforço/tempo); 

  • Metodologia Utilizada no Diagnóstico Hidro energético de um Sistema de Abastecimento de Água (SAA) (25% da dedicação/esforço/tempo); 

O Metodologia Utilizada no Gerenciamento das Ações de Enfrentamento às Ineficiências Hidro energéticas Orientadas a Resultados (50% de dedicação/esforço/tempo). 

  • Conceitos e Contextualização do Problema    

O Conceitos de Perdas Reais | Aparentes | Non Revenue Water (NRW) ou Águas Não Faturadas (ANF): Balanço Hídrico, Cruzes de Lambert e Nível Econômico de Perdas (“Short” | “Long Run”);

  • Indicadores Operacionais | Financeiros e Intervalo de Confiança e Incertezas; o Evolução das Perdas Totais no SAA, conforme princípios de gestão integrada voltados as questões relacionadas ao Meio Ambiente, Sociedade e Governança (ASG) | Environmental, Social and Governance “(ESG)”; o Porque é fundamental orientar a Gestão Estratégica, Tática e Operacional do SAA à Resultados “ESG”; 
  • Diagnóstico do Sistema de Gestão o Pessoas: Caracterização do Nível de Gestão Operacional (Projeto | Operação | Manutenção) | Comercial | Financeira | Comunicação | Desenvolvimento de Pessoas. 
    • Processos: Verificação dos Fluxos de Trabalho, Procedimentos e/ou Instruções de Trabalhos (Dados, Informações, produtos) e Rotinas de Atualização/Revisão; 
    • Tecnologias em Missão Crítica Operacional. 
  • Diagnóstico da Eficiência Hidro Energética para um SAA
  • Caracterização do SAA; 

Contrato de Curto Prazo (Contrato Baseado em Performance); 

Contrato de Longo Prazo (PMI: Concessão e/ou PPP). 

o Caracterização das Perdas Reais; 

o Caracterização das Perdas Aparentes; 

o Caracterização das Águas Não Faturadas (ANF). 

  • Consolidação do Diagnóstico Hidro Energético e Oportunidades de Melhoria de Eficiência 
    • Determinar Balanço Hídrico Atual, Principais Indicadores Operacionais e Financeiros (suas incertezas) e o Nível Econômico de Perdas para o SAA;
    • Determinar a Estratificação (suas incertezas) entre Perdas Reais e Perdas Aparentes (SAA | Setor de Abastecimento | Distrito de Medição e Controle (DMC)); 

Segundo Dia: 

  • Levantamento de Cenários Técnicos | Econômicos | “ESG” o Estabelecimento de Metas Contratuais Atuais | Futuras x Nível Econômico de Perdas (NEP) ou “Economic Leak Level” (ELL), Short Run (SR) | Long Run (LR); 

o Perdas Reais; o Perdas Aparentes; 

  • Determinação do Estudo DE Viabilidade Técnico, Econômico e Financeiro (EVTEF) para cada Cenário | Alternativa; 
  • Estabelecimento de matriz de Decisão; o Consolidação do Cenário Resultante. 
  • Desenvolvimento do Plano de Ação (Implantação do Programa de Redução e Controle de Perdas – PRCP) 

O Definição da Hierarquização de Implantação das Ações Estruturantes e Ações não 

Estruturantes; 

o Estabelecimento de Plano de Capacitação (Tática e Operacional); 

o Estabelecimento do Processo de Fluxo de Trabalho. 

  • Desenvolvimento do Plano de Gestão orientado a Redução e Manutenção dos Indicadores Operacionais | Financeiros 

O Integrar | Adequar o “Processo de Fluxo de Trabalho” as “Pessoas e como estão Organizadas” e as “Tecnologias Utilizadas e/ou a serem Utilizadas”; 

O Estabelecer uma Rotina de Acompanhamento Setorial e Global das Ações em Relação aos Resultados Esperados (Scrum). 

  • Alternativas de Soluções Tecnológicas (Boas Práticas) 
  • Estabelecimento de Rotas Tecnológicas em Missão Crítica orientadas aos Objetivos; 
    • Aproximação das Demandas a atuação de Start Ups, visando Necessidades Específicas; 
  • Estudos de caso para Projetos de Curto/Longo Prazo x Investimentos (Capex + Opex) x Abrangência x Profundidade: Metodologia Proposta x Metodologia Clássica x Nenhuma Metodologia 
  • Perguntas | Discussão 

Lodos Ativados, MBR e MBBR: Fundamentos dos Processos e Aspectos Operacionais

Carga de 24 horas

Engenheiros, Estudantes e Projetistas

Dar uma visão geral dos fundamentos teóricos e práticos do processo de tratamento biológico aeróbio de efluentes denominado Lodos Ativados. 

Também serão abordados os processos biológicos aeróbios MBR ( Membrane Bio Reactor ), onde se utilizam membranas de micro e ultra-filtração e o processo MBBR ( Moving Bed Biofilm Reactor ) onde se utilizam “mídias” especiais para fixação de colônias de microrganismos. 

Ao final do curso de 24 horas úteis ( 3 dias de 8 horas ), os participantes serão capazes de compreender os principais aspectos relacionados a projeto e controle operacional destes sistemas. Também é objetivo do curso propiciar a integração entre alunos e Instrutores, servindo como valiosa ferramenta de networking.

  • Visão Geral do Processo 

o Lodos ativados do tipo convencional e de aeração prolongada 

o Reatores sequenciais por batelada 

o Descarte e tratamento do lodo 

o Tratamento preliminar 

  • Princípios da Remoção da Matéria Carbonácea 

o Reator biológico e recirculação de sólidos 

o Tempo de detenção hidráulica e residência celular 

o Relação alimento / microrganismo ( F/M ) 

  • Dimensionamento do Reator Biológico 

o Seleção da idade do lodo 

o Critérios e parâmetros de projeto 

o Configuração física do reator 

o Requisitos de Oxigênio e nutrientes  

  • Decantador Secundário 

o Teoria do fluxo limite de sólidos 

o Índice volumétrico de lodos 

  • Tipos de decantadores, dimensionamento e detalhes de projeto 
  • Dimensionamento do sistema de Aeração 

o Taxa de transferência de Oxigênio 

o Aeradores mecânicos 

o Aeração por ar difuso 

  • Remoção Biológica de Nutrientes 

o Nitrificação e desnitrificação 

o Remoção de Fósforo 

  • Problemas operacionais e soluções 
  • MBBR 
    • Fundamentos do processo, dimensionamento e aspectos operacionais dos sistemas MBBR ( Moved Bed Biofilm Reactor ) e IFAS ( Integrated Fixed Film Activated Sludge ). 
  • MBR 

Fundamentos do processo, dimensionamento e aspectos operacionais dos sistemas MBR (Membrane Bio Reactor).

Tratamento de Água e Abastecimento de Sistemas Convencionais e Técnicas Avançadas

Carga de 24 horas

Engenheiros, consultores e projetistas

Apresentar e discutir os principais processos unitários envolvidos no tratamento de águas de abastecimento, seja utilizando sistemas convencionais, seja utilizando as mais novas técnicas que adotam membranas das mais variadas formas. Serão abordados aspectos conceituais, comerciais, de dimensionamento, operação e manutenção. sa de uma nova abordagem. Não dá mais para mantermos os níveis de perda de água que temos no setor do saneamento. A nova abordagem deve considerar aspectos desde o assentamento correto de uma tubulação, até o monitoramento das informações on-line, por um CCO.

  • Parâmetros de qualidade de águas de abastecimento. Concepção de estações de tratamento de água para sistemas que exploram os diversos tipos de mananciais (represas, rios, protegidos (incluindo os de serra), urbanos), vantagens e desvantagens de diferentes concepções. Aspectos legais. 
  • Coagulação. Critérios de projeto de unidades de mistura rápida hidráulica e mecanizadas, aplicações, vantagens e desvantagens de cada tipo. Operação de unidades de mistura rápida e controle da dosagem de coagulante. 
  • Floculação. Critérios de operação e projeto de unidades de floculação hidráulica de escoamento horizontal e vertical e unidades de floculação mecanizadas, aplicações, vantagens e desvantagens de cada tipo. 
  • Sedimentação. Critérios de operação e projeto de decantadores convencionais de fluxo horizontal e decantadores laminares, aplicações, vantagens e desvantagens de cada tipo. 
  • Filtração. Critérios de operação e projeto de sistemas de filtração rápida e de filtração direta, aplicações, vantagens e desvantagens de cada tipo. 
  • Desinfecção. Critérios de operação e projeto de unidades de desinfecção mediante o emprego do cloro como agente desinfetante, aplicações, vantagens e desvantagens de cada tipo. 
  • Fluoretação e correção final do pH. Controle de corrosão em sistemas de abastecimento de água. Índice de Langelier. 
  • Concepção de sistemas de tratamento de lodos de estações de tratamento de água. Cálculo de produção de lodo. Balanço de Massa. 
  • Projeto de sistemas de equalização e recuperação de água de lavagem de filtros. 
  • Projeto de sistemas de adensamento e desidratação de lodos de ETAs e disposição final. 
  • Separação por Membranas: UF – Ultrafiltração e MF – Microfiltração: Desenvolvimento histórico / Membranas e módulos / Processos / Fouling e seu controle / Principais fabricantes/ Aplicações. 
  • Separação por Membranas: RO – Osmose Reversa e NF – Nanofiltração: Desenvolvimento histórico / Definições e termos básicos / Membranas, elementos, housings e configurações / Contaminantes e qualidade de água de alimentação / Pré-tratamento e considerações de projeto / Softwares e parâmetros críticos de dimensionamento / Principais fabricantes / Aplicações

Desenvolvimento de Planos de Negócios de uma Concessionária de Saneamento

Orientado a resultados operacionais, financeiros e socioambientais

Carga de 24 horas

Gestores

  • Valorizar o desenvolvimento da estratégia a ser empregada na estruturação do Plano de Negócios; 
  • Diagnosticar os sistemas de saneamento existentes em uma localidade/região; 
  • Projetar as necessidades de investimento e de operação para a universalização dos serviços de saneamento à população, orientadas ao alcance da otimização dos resultados de eficiência; 
  • Dimensionar a empresa necessária para implantar e gerir tais serviços; 
  • Orçar custos, despesas e receitas correspondentes às suas projeções; 
  • Estudar a viabilidade técnica, econômica e financeira do projeto; 
  • Apresentar tal projeto para aprovação dos acionistas

PRIMEIRO DIA 

  • Conceitos Básicos do Segmento de Saneamento 

o Noções básicas sobre concessão e suas modalidades, legislação referente e exemplos de cada tipo; 

  • Mercado atual das concessões: tipos de empresas e sua participação no mercado, principais empresas, associações envolvidas e agências reguladoras 
  • Planos de saneamento: conceito, esferas, desenvolvimento e conclusões esperadas 
  • Licitações: tipos, evolução no tempo e futuro projetado 
  • Contextualização do Problema a Ser Solucionado (Diagnóstico)    

O Visão Geral 

O Conhecimento do Local e das Características da População 

  • Conhecimento da Situação Atual dos Sistemas de Saneamento Existentes 
  • Verificação do Atendimento dos Serviços de Água e Esgoto à população 

 

  • Fluxograma de Ações Necessárias para o Desenvolvimento do Plano de Negócios da Concessionária de Saneamento 

 

SEGUNDO DIA  

  • Solução do Problema e seus Custos para a Universalização dos Serviços de Água e Esgoto à População (Prognóstico)    
    • Projeções da População, Demandas e Proposições para os Sistemas Futuros 
    • Orçamento das Necessidades de Investimento no Tempo (CAPEX) 
    • Orçamento das Necessidades Operacionais no Tempo (OPEX) 
  • Definição da Organização da Empresa (Organograma): 
    • Organograma (Fase Inicial | Implantação do CAPEX | Maturação da Concessão | 

Atingimento dos Indicadores de Gestão ESG); 

  • Organograma (Fase Intermediária e Final | Manutenção do CAPEX (residual/periódico) + OPEX | Manutenção dos Indicadores de Gestão ESG). 
  • Planejamento, dimensionamento e orçamento de cada área da empresa (recursos humanos e materiais/equipamentos), através dos respectivos Histogramas: 

O Área de Direção (Diretorias, Assessorias e Gerências) 

  • Área Operacional (Redes, Estações de Tratamento, Elevatórias e Manutenção Eletro-mecânica). 
  • Área Comercial (Leitura/Faturamento, Atendimento, Combate a Perdas) 
  • Área Administrativa (Recursos Humanos, Administração e Finanças) 
  • Dimensionamento e Orçamento do Custo Operacional (Energia, Produtos 

Químicos e destinação do Lodo) 

o Definição das Necessidades Imobiliárias da Empresa e seu custo 

o Dimensionamento das Despesas Administrativas 

o Dimensionamento das Despesas com Seguros e Garantias, Outorgas e Regulação 

o Dimensionamento das Despesas com Projetos Sócio-Ambientais 

  • Definição dos Impostos e Correspondentes Alíquotas Incidentes na Concessionária 
  • Projeção das Receitas 

o Estudo das Informações Existentes (Histogramas) 

o Análise da Estrutura | Política Tarifária 

o Cálculo da Tarifa Média 

o Projeção das Receitas Diretas (Água e Esgoto) ao Longo do Tempo 

o Projeção das Receitas Indiretas 

  • Estudo de Viabilidade Econômica/Financeira (EVTE)  

o Desenvolvimento ou Adequação de Planilha Customizada ao Projeto 

o Demonstrativo de Resultados (DRE) 

o Fluxo de Caixa do Projeto 

o Fluxo de Caixa Alavancado 

o Estabelecimento dos Parâmetros e Premissas de Financiamento 

o Preenchimento das Planilhas com os dados do Plano de Negócios 

o Análise do Resultado (TIR projeto e TIR alavancada) 

o Comparação com Taxa de Atratividade (WACC) 

o Revisões, se necessárias 

o Consolidação do EVTE Final  

TERCEIRO DIA  

Exercício com case real, com apresentação de cada etapa do desenvolvimento do Plano de Negócios e participação interativa dos participantes, verificando-se dúvidas e comentários sobre todo o conteúdo do curso. 

Implantação e Gestão de Concessionária de Saneamento

Carga de 16 horas

Gestores

Com o novo Marco de Saneamento completando um ano, as oportunidades de negócios estão se multiplicando e a carência de novos gestores se evidenciando. 

Este curso visa capacitar interessados em evoluir profissionalmente neste mercado!

PRIMEIRO DIA: 

Implantação da concessionária: 

  • Jurídica: decisões e providências necessárias para a constituição da nova empresa. 
  • Equipe: formação do time gerencial básico de acordo com o Plano de Negócios, responsável pelo “start up” administrativo da nova empresa 
  • Física: primeira tarefa da equipe gerencial básica é a implantação de escritório provisório para abrigar a nova empresa, onde será providenciada a elaboração do plano para a instalação definitiva da empresa com o dimensionamento das necessidades físicas e sua implementação, bem como a contratação dos demais integrantes da equipe. 
  1. Formação da equipe: recrutamento, seleção e contratação dos integrantes necessários para cumprir as atividades da empresa, de acordo com o organograma elaborado no Plano de Negócios. 
  2. “Start up” operacional: planejamento e execução das atividades para assunção dos serviços de saneamento contratados (fase de transição). 
  3. Gestão administrativa: ações de gestão desenvolvidas para suportar administrativa e financeiramente as operações da concessionária, tais como recursos humanos, suprimentos, finanças e procedimentos administrativos em geral. 
  4. Gestão de engenharia: ações de gestão desenvolvidas para projetar e implantar as intervenções nos sistemas de água e esgoto, sejam reformas, ampliações ou novas instalações a serem operadas pela empresa para cumprir suas metas de atendimento à população.  

 

SEGUNDO DIA: 

Gestão comercial: ações de gestão desenvolvidas para diminuição das perdas físicas e de faturamento e aumento da arrecadação. 

  1. Gestão operacional: ações de gestão desenvolvidas para operar as estações de tratamento, as redes e a manutenção eletromecânica dos sistemas de água e esgoto componentes da concessionária. 
  2. Gestão ESG (SÓCIO + AMBIENTAL + GOVERNANÇA): ações de gestão desenvolvidas para dotar a concessionária de todas as licenças ambientais para poder operar plenamente, obter as outorgas de captação de água e descarte dos efluentes tratados, ter um bom relacionamento com a comunidade e desenvolver projetos socioambientais contratuais ou não, bem como cumprir as metas de resultado traçadas no Plano de Negócios. 
  3. Gestão contratual (PERENIDADE): ações de gestão desenvolvidas para desenvolver o bom relacionamento com aos clientes/usuários e com a agência reguladora, verificar permanentemente oportunidades de melhorias contratuais, observar eventuais desequilíbrios e propor processos de reequilíbrio econômico-financeiro, de forma a maximizar o resultado da empresa em todos os sentidos.

Lei de Licitações

Carga de 08 horas

Gestores

Com o novo Marco de Saneamento completando um ano, as oportunidades de negócios estão se multiplicando e a nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos – Lei 14.133/21 orquestrará as licitações públicas no setor do saneamento. 

Este curso visa capacitar interessados em conhecer mais em detalhes os meandros desta nova lei.

PRIMEIRO DIA – das 9h às 16h. 

LEI 14.133/2021 (FOCO: Administrações Públicas Diretas, Autarquias e Fundações da 

União, Estados e Municípios) 

CONSIDERAÇÕES INICIAIS 

  • APLICABILIDADE – a quem é aplicada à nova lei/ público-alvo 
  • INTRODUÇÃO DE NOVOS CONCEITOS: consolidação de alguns parâmetros anteriores e novos procedimentos para melhor integração dos envolvidos; centralização para procedimentos de aquisição e contratação; inovação digital. 
  • PANORAMA DA NOVA LEI: municípios de menor porte populacional integrados aos novos procedimentos (introdução de matriz de riscos, compliance, p ex); importância do planejamento como instrumento de gestão, criação do PNCP (Portal Nacional de Contratações Públicas); abrangência. 

  

PROCEDIMENTOS LICITATÓRIOS 

  • OBJETIVOS: descrição e breve comentários de cada um dos 
  • ETAPAS: planejamento do processo, descrição e comentários de cada uma das etapas; 
  • NORMAS PARA ORÇAMENTOS ADMINISTRATIVOS –-composição de custos unitários; padrões em serviços similares; pesquisas; 
  • PNCP– PORTAL NACIONAL DE CONTRATAÇÕES PÚBLICAS -conceito; comprasnet; licitanet (portais)… 
  • IMPORTÂNCIA do PREPARO ADEQUADO DO EDITAL E POSTERIOR DIVULGAÇÃO– preparação interna dos órgãos competentes; definição de parâmetros; termos de referência; importância da ferramenta na condução do processo 
  • CONTRATAÇÃO DIRETA E RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA – conceitos 
  • DISPENSA DO PROCESSO LICITATÓRIO – ocasiões em que é possível 
  • INEXEQUIBILIDADE DA PROPOSTA – ocasiões em que é possível 
  • MODALIDADES DE DISPUTA: conceitos e características- pregão/ concorrência / diálogo competitivo/ – procedimentos auxiliares (PMI/PRÉ QUALIFICAÇÃO) 
  • ETAPAS DO PROCEDIMENTO: fase preparatória; divulgação do edital; apresentação das propostas; julgamento; HABILITAÇÃO (ECONÔMICA/FISCAL/TÉCNICA); recursos; homologação 
  • MATRIZ DE RISCOS: conceitos 
  • ESTUDO TÉCNICO PRELIMINAR/ ANTEPROJETO/ PROJETO BÁSICO / PROJETO EXECUTIVO: conceito e importância 
  • CRITÉRIOS DE JULGAMENTO: menor preço/ melhor técnica/ maior desconto/ melhor técnica e preço etc. 
  • APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS E LANCES: prazos 
  • POSSIBILIDADE DE INDICAÇÃO DE MARCAS: comentários 
  • POSSIBILIDADE DE ORÇAMENTO SIGILOSO: comentários 
  • POSSIBILIDADE DE SUBCONTRATAÇÃO – em quais situações pode ocorrer 
  • PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO E PROGRAMA DE INTEGRIDADE -práticas mais definidas; 
  • CRITÉRIO DE DESEMPATES: quando ocorre; 
  • NEGOCIAÇÃO: como funciona; 
  • PARTICIPAÇÃO EM CONSÓRCIOS -Casos que se aplicam/ como funcionam 
  • PARTICIPAÇÃO DE EMPRESAS ESTRANGEIRAS – exigências necessárias 
  • IMPUGNAÇÕES / ESCLARECIMENTOS/ RECURSOS: prazos para apresentação 

  

SEGUNDO DIA – das 9h às 16h. 

CONTRATOS ADMNISTRATIVOS 

  • REGIMES DE CONTRATAÇÃO: tipos e características; 
  • GARANTIAS: prazos e modalidades; 
  • EXECUÇÃO: desempenho do contratado (avaliação por reputação); cláusulas necessárias; 
  • ALTERAÇÃO CONTRATUAL: normas; 
  • REVOGAÇÃO CONTRATUAL: comprovação e manifestação dos 
  • PAGAMENTOS: responsabilidades dos agentes contratantes 
  • CONTRATO PERFORMANCE como    se     desenvolvem/características principais/ remunerações; 
  • SANÇÕES CONTRATUAIS: aplicabilidade 
  • FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO: rito 

LEI 13.303/2016 (FOCO: Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista da União, Estados e Municípios). 

Questões Ambientais Envolvendo Contratos Públicos (Concessões e PPPs)

Carga de 08 horas

Gestores

IMPLICAÇÕES AMBIENTAIS NA IMPLANTAÇÃO DE EMPRESAS DE SANEAMENTO 

    • ESTUDO DA LEGISLAÇÃO LOCAL. 
  • ANÁLISE DAS CONDIÇÕES CONTRATUAIS 
  • PRECAUÇÕES NA TRANSFERÊNCIA DO SISTEMA 
    1. Sistemas existentes o Análise das condições operacionais (visita técnica) 

O Status dos licenciamentos (perguntas e respostas) – Due Diligence 

O Pesquisa junto aos órgãos ambientais (certidões)  

O Análise de Regularidade (dominialidade/órgãos de controle ambiental) 

O Documentação das condições de recebimento (termo de recebimento) 

  1. b) Devolução de sistemas o Documentação das condições de recebimento x entrega (termo de devolução) 

 

  • RELACIONAMENTO COM ÓRGÃOS PÚBLICOS 
  • Levantamento dos principais órgãos de controle o Reuniões de ordem técnica e jurídica o Apresentar-se ao MP (GAEMA) e Procuradorias o Solicitar vistas dos principais processos ambientais (apoio dos técnicos) 
  • Elaborar plano de ação (prioridades)
  • O MEIO AMBIENTE NOS CONTRATOS PÚBLICOS  
  • REGRAS GERAIS SOBRE MEIO AMBIENTE (LEGISLAÇÃO) 
  • O MEIO AMBIENTE E OS CONTRATOS PÚBLICOS E PRIVADOS (regras específicas) 
  • A DIVISÃO DE RESPONSABILIDADES AMBIENTAIS NOS CONTRATOS (MATRIZ DE RISCO) 
  • O LICENCIAMENTO AMBIENTAL NOS CONTRATOS E NAS LICITAÇÕES 
  • A base conceitual para o licenciamento ambiental 
  • Os principais procedimentos para atendimento ao licenciamento ambiental (IBAMA, ICMBio, Órgãos Estaduais, IPHAN, CONDEPHAT etc.) 
  • Avaliação prévia dos impactos ambientais e sua importância para o licenciamento (análise prévia dos projetos) 
  • Impactos das obras/serviços e as medidas mitigadoras (custos x social) 
  • Cuidados para atendimento das condicionantes ambientais (TCRAs) 
  • Outorgas (Estaduais/Federais)  
  • Licenciamento junto ao DNM 

 

  • O LICENCIAMENTO AO LONGO DA CONTRATAÇÃO (ACOMPANHAMENTO)  
  • O RELACIONAMENTO E AS RESPONSABILIDADES DO CONTRATADO PERANTE OS DIVERSOS ÓRGÃOS DE CONTROLE. 
  • A LIBERAÇÃO DE ÁREAS PARA CUMPRIMENTO DE METAS CONTRATUAIS
  • REGULARIDADE DE ÁREAS PÚBLICAS 
    • Planejamento para a efetiva desapropriação e/ou instituição da servidão administrativa (aquisição/liberação) 
    • Cadastro das propriedades  
    • Definições das faixas de uso e domínio público para a concepção de projetos 
    • Impactos nas mudanças de concepções, alterações de traçado etc.  

 

  • A IMPORTÂNCIA DOS LAUDOS TÉCNICOS DE AVALIAÇÃO 

 

  • O PROCESSO DE DECLARAÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA (DUP)  

 

  • AS NEGOCIAÇÕES E ANUÊNCIAS DO PROPRIETÁRIO  
    • via amigável 
    • via judicial 
    • interferências nos processos ambientais.
Parceiro Si2

Compliance no Saneamento e o Impacto na Agenda ESG

Carga de 08 horas

Gestores

O curso Compliance no Saneamento e o Impacto da Agenda ESG é uma oportunidade para conhecer as novas fronteiras do negócio após as últimas legislações, assim como para o nivelamento de informações entre todos os colaboradores de uma concessionária sobre as várias etapas do negócio e da operação.

  • Analisar se “o negócio dos negócios são os negócios” e como desenvolver sistemas efetivos de identificação, prevenção e remediação de riscos;
  • Analisar se “podemos mudar o mundo com os nossos investimentos” e como o mercado de capitais pode influenciar no setor de saneamento;
  • Desenvolver uma análise crítica e um olhar prático sobre a eficiência de um programa de compliance e a estruturação de ações com impactos ESG;
  • Saber responder as principais dúvidas sobre gestão de riscos, governança corporativa e compliance diante do novo marco regulatório do setor e a tendência do mercado.
  • Compreender os conceitos de compliance, governança corporativa e gestão de riscos;
  • Conhecer os principais marcos regulatórios: penal, ambiental, financeiros e administrativos com impactos no setor de saneamento básico e identificar as condutas que ferem padrões legais. 
  • Aspectos conceituais: buscará elementos práticos para gestão de riscos no processo de contratação de bens e serviços pelas empresas. A disciplina irá apresentar as melhores práticas para mitigação de riscos num sistema de compliance, bem como para o monitoramento e tratamento de não conformidades.
  • Possibilitar ao discente a construção de conhecimento crítico sobre compliance e os marcos regulatórios relevante à atividade empresarial. 
  • Capacitar o profissional a atuar com uma visão ampla e multidisciplinar num ambiente no qual a agenda ESG é cada vez mais exigida por investidores e steakholders.
Parceiro Si2

A NBR 5101 :2024 Iluminação Viária – Procedimentos – Suas implicações a partir das mudanças ocorridas

Carga de 05 horas

Gestores e técnicos

Ampliar o conhecimento e as discussões sobre a ABNT NBR 5101: 2024 – Iluminação Viária procedimentos, sua atual aplicabilidade, abordando os conceitos gerais sobre seu conteúdo, passando pelos capítulos e Anexos, comparando com a versão anterior, até as inovações introduzidas.

  • Como são criadas e revisadas as normas de iluminação?
  • Quais foram os critérios seguidos durante os mais de 06 anos de revisão?
  • Quais foram os pontos chave alterados além da restrição da temperatura de cor?
  • Quais são os critérios qualitativos mais importantes com a revisão concluída?
  • O que muda para os municípios, para os fabricantes e para as PPPs?
  • O impasse entre a aplicabilidade da NBR 5101:2024 e a portaria 62 do INMETRO.

Gestão de Contratos

Carga de 05 horas

Superintendes, gerentes e gestores operacionais e financeiros

Informar e atualizar os gestores das concessionárias de IP em relação ao Marco Jurídico e Institucional do setor

  1. Contexto Atual
  2. Modelo (Ppp)
  3. Temas Importantes
  • BP
  • Compliance
  • Interfaces
  • Verificador
  • Modelador
  • Takeover
  • ESG

 

  1. Monitoramento Do Desempenho
  • Econ/Fin
  • Contratual
  • Sociedade

Gestão Integrada de Sistemas de Iluminação Pública

Carga de 05 horas

Diretores, gerentes, gestores e técnicos

Capacitar os participantes na implementação e gestão de sistemas avançados de iluminação pública, abordando desde o cadastramento, controle de estoque do parque de IP, gestão completa de um Contrato de IP e aferições.

  • Introdução à Gestão Integrada de Sistemas de Iluminação Pública
      • Conceitos básicos;
  • Principais Desafios e Problemas na Gestão de Iluminação Pública;
    • Importância de um Sistema e sua abrangência para gestão de Iluminação Pública;
    • Compreensão do Contrato;
    • Pontos importantes.


  • Cadastramento
    • Importância do Cadastro;
    • Abrangência no Inventário, Ativos e Atributos;
    • Redução Conta de Energia;
    • Elaboração de Projetos.

  • Atendimento de Chamados Multicanal
    • Chatbot;
    • Call Center;
    • Integrações webservices com serviço público;
    • App (iOs e Android) e portal (Web);
    • Agrupamento integrado inteligente de chamados.
  • Controle de Estoque
    • Principais objetivos e controle individualizado por equipe;
    • Gestão de Materiais Novos;
    • Gestão de Inservíveis;
    • Controle de Garantia de Materiais;
  • Destinação Final. 

  • Gestão de Equipes
    • Dimensionamento de Equipes;
    • Geolocalização das equipes;
    • Acompanhamento de atividades e do diário de trabalho.

  • Vistorias e Aferições de Qualidade
    • Importância das aferições;
    • Relação das aferições com Indicadores de Desempenhos;
    • Principais Indicadores de Desempenho da Iluminação Pública.

  • Manutenção Corretiva
    • Principais desafios na manutenção corretiva;
    • Prazos e SLA;
    • Acompanhamento e execução de atendimentos;
    • Controle e Automação das ordens de serviço para controle de prazos;
    • Ações após atendimentos.


  • Obras de Ampliação e Modernização do parque de Serviço
    • Estudos de projeto;
    • Dimensionamento das obras;
    • Acompanhamento e evolução dos projetos;
    • Ações para problemas na execução.


  • Dashboard, Relatórios e Gráficos
    • Visão Completa dos Dados e Importância das informações consolidadas;
    • Exemplos de Dashboards;
    • Exemplos de Relatórios;
    • Exemplos de Gráficos.

  • Estudos de Caso e Melhores práticas
    • Benefícios Gerais na Adoção de um Sistema de Iluminação Pública;
    • Redução de Custos, Equipes e Tempo de Atendimento com Alto Nível de Qualidade de Serviço e Produtividade;
    • Importância de uma Sistema de Gestão nas PPPs de Iluminação Pública.

  • Novas Tendências e Inovações
    • Inteligência Artificial ligada a Iluminação Pública;
    • Sistema hub de conexão com TG.

  • Considerações Finais
    • O que considerar na definição do sistema de gestão ideal para a sua operação ou tipo de contrato;
    • Principais Integrações com outros sistemas e dispositivos para melhor gestão da Iluminação Pública;
    • Dicas Práticas.

Sistema de Telegestão para Iluminação Pública

Carga de 05 horas

Diretores, gerentes, gestores e técnicos

Difundir o conhecimento sobre os Sistemas de Telegestão aplicáveis à iluminação pública, apresentando os conceitos básicos e gerais sobre o tema, passando desde tecnologias disponíveis e suas aplicações até aspectos de especificações técnicas e requisitos normativos.

  • O que é IoT?
    • Principais diferenças entre os modelos de aplicação do IoT
    • O que é Telegestão?
  • Características da Telegestão para Iluminação Pública
    • Sistemas convencionais
    • Principais elementos e atributos
      • Integração com as luminárias
    • Conectividade – Controladores/Gateways/Estações Base
    • Software de Telegestão – principais funcionalidades
    • Padronização x Interoperabilidade – APIs e Padrão TALQ
    • Fatores de desempenho
  • Regulamentação
    • Anatel – noções básicas dos procedimentos
      • Como verificar um equipamento homologado?
    • ANEEL – noções básicas da regulamentação para Telegestão
    • Inmetro – noções básicas da norma
      • Como verificar um equipamento com portaria?
  • Benefícios do sistema de Telegestão
  • Possibilidades a partir da Telegestão 
    • Como integrar sistemas para a Cidade Inteligente?
    • Conectividade
    • Tipos de equipamentos

Tecnologia e Tendências Luminárias Led Para Iluminação Pública

Carga de 05 horas

Diretores, gerentes, gestores e técnicos

Aprofundar o conhecimento sobre a evolução das tecnologias aplicadas nos sistemas de iluminação LED aplicáveis à iluminação pública.

  • Histórico e Evolução da Iluminação
    • Irradiação Térmica
    • Descarga de Gás
    • Luz no Estado Sólido
  • Conceitos Iluminação
    • Todos os parâmetros que devemos compreender quando falamos de iluminação
  • Fluxo Luminoso
  • Eficácia luminosa
  • Luminância e Iluminância
  • Temperatura de Cor e IRC
  • Normas nacionais e internacionais de Iluminação Pública
  • Compreendendo a luminária LED
    • Suportes / Partes Mecânicas
    • Dissipador 
    • Fonte de Alimentação
    • LEDChip
    • Refletor / Lente
  • Tendências do Mercado
    • IOT 
    • Smart Lighting
    • Li Fi
    • Gestão de Espaço
  • Eficiência Energética
    • Custo do “Não Fazer”
    • Exemplo de Payback
  • Soluções & Aplicações